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Pastor é preso em Colinas do Tocantins por suspeita de estupro de adolescente de 12 anos
Tocantins

Pastor é preso em Colinas do Tocantins por suspeita de estupro de adolescente de 12 anos

Investigação aponta que abusos ocorreram durante seis meses sob pretexto de falsa adoção, com exames periciais confirmando crime.

Redação
Redação

21 de fevereiro de 2026 ·

Um pastor de 40 anos foi preso na noite de sexta-feira (20) em Colinas do Tocantins, suspeito de cometer estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos. A Polícia Civil do estado informou que os crimes teriam ocorrido ao longo de aproximadamente seis meses. O homem foi detido após denúncia e investigações de inteligência que apontaram sua autoria.

Conforme a Secretaria de Segurança Pública (SSP-TO), o suspeito se aproximou da adolescente alegando interesse em adotá-la. A vítima, ouvida em depoimento especial, confirmou os abusos, e laudos periciais comprovaram a violência sexual. O pastor também teria orientado a garota a mentir sobre sua virgindade, sugerindo que dissesse ter um namorado na escola.

Abuso de vulnerabilidade econômica

A investigação apurou que o acusado se aproveitou da condição de vulnerabilidade econômica da família da adolescente. Ele oferecia presentes e fez promessas, incluindo a de fugir com a vítima, para manter o contato e cometer os crimes. Durante a prisão, os policiais apreenderam computadores e outros dispositivos eletrônicos na residência do pastor.

O delegado responsável pelo caso, Jodivan Benevides, detalhou a ação. "Restou apurado que um pastor, sob o pretexto de adotar a vítima, estava, na verdade, estuprando a adolescente de 12 anos, situação essa que já perdurava por aproximadamente seis meses", afirmou Benevides em nota oficial.

Andamento do caso e próximos passos

Após a prisão em flagrante, o suspeito foi conduzido inicialmente à Central de Atendimento da Polícia Civil e, posteriormente, encaminhado à cadeia pública de Colinas do Tocantins. Ele permanece custodiado aguardando a decisão judicial sobre a conversão da prisão em flagrante em preventiva.

O nome do pastor não foi divulgado pelas autoridades, e o g1 não obteve contato com sua defesa para manifestação. O caso segue sob investigação para apurar todos os detalhes e possíveis desdobramentos.

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