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Adolescente com TDAH é morta a tiros em distribuidora de Palmas; polícia procura casal
Tocantins

Adolescente com TDAH é morta a tiros em distribuidora de Palmas; polícia procura casal

Jovem de 17 anos foi baleada após desentendimento e não resistiu aos ferimentos na UPA Sul da capital tocantinense.

Redação
Redação

2 de fevereiro de 2026 ·

Esmeralda Domingos da Silva, de 17 anos, foi morta a tiros na madrugada da última quarta-feira (28) dentro de uma distribuidora de bebidas no setor Jardim Aureny IV, na região sul de Palmas. A adolescente foi levada em estado grave à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Sul, mas não resistiu aos ferimentos.

Testemunhas relataram à Polícia Militar (PM) que um casal é suspeito de ter cometido o crime. A investigação, que apura as circunstâncias do homicídio, está sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Família descreve jovem cheia de sonhos

De acordo com familiares, Esmeralda era uma menina cheia de sonhos e tinha o desejo de ser dançarina. A tia da vítima informou ao g1 que a jovem foi criada principalmente pela avó materna, que tinha sua guarda legal até falecer vítima de câncer em setembro de 2024.

A mãe de Esmeralda sofre de esquizofrenia irreversível e realiza tratamento constante, o que a impedia de cuidar da filha. A família afirmou que sempre ofereceu carinho e zelo para a adolescente.

Condições de saúde e investigação em sigilo

Segundo a tia, Esmeralda possuía laudo de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), dificuldade intelectual e hiperatividade. Essas condições afetaram sua saúde psicológica, principalmente após a morte da avó. "Apesar de saber que precisava do tratamento, muitas vezes se negava a aceitar a continuidade do tratamento, parava as medicações", relatou a familiar.

A jovem não estudava e, conforme a família, não tinha qualquer ligação com atividades criminosas. A tia afirmou que Esmeralda não conhecia a mulher apontada como autora dos disparos.

Nesta segunda-feira (2), a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO) informou que detalhes adicionais do caso são mantidos em sigilo para não atrapalhar o andamento das investigações. Equipes da Polícia Científica já realizaram a perícia no local do crime.

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