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Ex-secretário de 86 anos morre atropelado ao atravessar avenida em Palmas
Tocantins

Ex-secretário de 86 anos morre atropelado ao atravessar avenida em Palmas

Vítima foi arremessada na via após ser surpreendida por carro; motorista prestou socorro e foi liberado após teste do bafômetro.

Redação
Redação

8 de janeiro de 2026 ·

O ex-secretário do governo do Tocantins, Clemente Barros, de 86 anos, morreu após ser atropelado na Avenida Palmas Brasil, na capital do estado, na tarde desta quarta-feira (7). Um vídeo de segurança obtido pela TV Anhanguera mostra o momento em que o idoso, que atravessava a via fora da faixa de pedestres, é surpreendido e arremessado pelo veículo. O motorista suspeito permaneceu no local para prestar socorro.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o condutor foi levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil, onde prestou esclarecimentos. Ele alegou que a vítima apareceu de repente e que não teve tempo de frear. O teste do bafômetro foi aplicado e não apontou consumo de álcool, motivo pelo qual o homem foi liberado para responder ao processo em liberdade.

Vítima aparentava desorientação

Uma testemunha ouvida pela Polícia Civil relatou que Clemente Barros andava pela avenida e parecia estar desorientado, não respondendo aos chamados de conhecidos. A família da vítima é proprietária de um comércio nas proximidades do local do acidente.

O corpo do ex-secretário foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) de Palmas e será liberado aos familiares após a realização da necropsia. O inquérito policial será encaminhado para a Delegacia de Repressão a Crimes de Trânsito (DRCT), que dará continuidade às investigações.

Próximos passos da investigação

O nome do motorista envolvido no atropelamento não foi divulgado pelas autoridades. Por esse motivo, a reportagem do g1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito para obter um posicionamento.

A polícia segue apurando as circunstâncias exatas do acidente, incluindo a velocidade do veículo e as condições da via no momento do fato. A DRCT é responsável por consolidar as provas e, se necessário, oferecer denúncia ao Ministério Público.

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