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Motorista de aplicativo é preso em flagrante por suspeita de estupro em Araguaína
Tocantins

Motorista de aplicativo é preso em flagrante por suspeita de estupro em Araguaína

Homem de 40 anos desviou rota para viela escura e atacou passageira de 38 anos após corrida, segundo a Polícia Militar.

Redação
Redação

8 de dezembro de 2025 ·

Um motorista de aplicativo de 40 anos foi preso em flagrante na madrugada desta segunda-feira (8), suspeito de estuprar uma passageira de 38 anos durante uma corrida em Araguaína, no norte do Tocantins. O crime ocorreu por volta das 4h35, após a vítima solicitar o transporte ao sair da casa de uma amiga. Segundo a Polícia Militar, o homem desviou a rota para uma viela escura para cometer o crime.

A vítima relatou à polícia que, durante o trajeto, pediu para fazer uma parada em um estabelecimento comercial. Ao retornar ao veículo, sentou-se no banco do passageiro da frente. Foi nesse momento, de acordo com o relato policial, que o motorista iniciou investidas não consentidas. Após o ataque, ele deixou a passageira em frente à sua residência e fugiu.

Localização e prisão

Com as informações fornecidas pela vítima, uma equipe da Polícia Militar localizou o endereço do suspeito. A prisão em flagrante ocorreu quando o homem retornava para casa com seu carro. O nome do motorista e da empresa de transporte por aplicativo para a qual trabalhava não foram divulgados pelas autoridades, o que impediu o contato do g1 com eventuais defensores.

O suspeito foi conduzido à delegacia, enquanto a vítima foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína para a realização do exame de corpo de delito, procedimento padrão em casos dessa natureza.

Andamento do caso

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Tocantins informou que o motorista foi autuado e, em seguida, encaminhado à unidade penal de Araguaína. Em nota, o órgão estadual afirmou que "por se tratar de crime sexual, o procedimento tramitará sob sigilo, nos termos da legislação vigente".

A legislação brasileira, incluindo o Código de Processo Penal, prevê medidas para preservar a identidade e a intimidade da vítima em crimes contra a dignidade sexual, justificando o sigilo processual inicial.

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