Sérgio Nahas é preso na Bahia quase 24 anos após assassinar esposa em Tocantins
Acusado de matar a mulher a facadas em 2002, ele foi localizado após investigação da Polícia Civil do Tocantins.
Sérgio Nahas, de 54 anos, foi preso na tarde desta quinta-feira (22) em Salvador, na Bahia, após quase 24 anos foragido da Justiça do Tocantins. Ele é acusado de assassinar a esposa, a professora Maria das Graças Silva, de 32 anos, a facadas, em setembro de 2002, na cidade de Paraíso do Tocantins.
A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Tocantins, com apoio da Polícia Civil da Bahia. A operação que localizou Nahas foi deflagrada após novas investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas.
Crime ocorreu em 2002
O crime que motivou a prisão de Sérgio Nahas aconteceu no dia 28 de setembro de 2002. Segundo as investigações da época, ele teria assassinado a esposa, Maria das Graças Silva, dentro da residência do casal, utilizando uma faca. Após o crime, Nahas fugiu e conseguiu se manter foragido da Justiça por quase 24 anos.
A Polícia Civil do Tocantins não divulgou detalhes sobre como Nahas foi localizado na Bahia, mas informou que as investigações foram retomadas recentemente, o que levou à identificação de seu paradeiro em Salvador.
Operação conjunta e prisão
A prisão foi realizada de forma conjunta. Agentes da DHPP de Palmas viajaram para a Bahia e, com o suporte operacional da Polícia Civil local, cumpriram o mandado de prisão preventiva, que estava em aberto desde 2002. Nahas foi encontrado e preso sem resistência.
Ele foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio qualificado e já começou a ser processado. A expectativa é que ele seja transferido para o sistema prisional do Tocantins nos próximos dias para responder ao processo.
Contexto do caso
O assassinato de Maria das Graças Silva, em 2002, chocou a cidade de Paraíso do Tocantins, a cerca de 60 km de Palmas. A vítima era professora e tinha 32 anos na época. A longa fuga de Sérgio Nahas, que durou quase um quarto de século, tornou o caso um dos mais emblemáticos de homicídio no estado.
A prisão, após tanto tempo, é vista como um marco para a Polícia Civil tocantinense e para a família da vítima, que aguardava por justiça há décadas.
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