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Serial killer e faccionado foragidos há 10 dias após fuga de presídio no Tocantins
Tocantins

Serial killer e faccionado foragidos há 10 dias após fuga de presídio no Tocantins

Fuga ocorreu na noite de Natal após presos serrarem grades e usarem cordas de lençóis para escalar muro.

Redação
Redação

6 de janeiro de 2026 ·

Dois presos considerados de alta periculosidade estão foragidos há mais de dez dias após fugirem da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins na noite do dia 25 de dezembro de 2025. A ausência dos detentos foi constatada apenas na manhã do dia 26.

Entre os fugitivos está Renan Barros da Silva, apontado pela polícia como um serial killer condenado a 72 anos de prisão por três homicídios em Araguaína. O outro é Gildásio Silva Assunção, ligado a uma facção criminosa e condenado a 46 anos por crimes que incluem homicídio.

Como ocorreu a fuga

Segundo a Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju), os presos estavam em uma cela separada por questões disciplinares. De dentro da cela, conseguiram serrar as grades, acessar uma janela e utilizar uma corda artesanal feita com lençóis para escalar o muro e fugir pelo alambrado da unidade prisional.

A Seciju determinou a abertura de um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias da fuga e investigar como os materiais usados na evasão foram introduzidos na cela. A segurança do presídio foi reforçada após o incidente.

Buscas sigilosas e apurações

A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informou que a Polícia Civil segue empenhada nas buscas, mas que, "por questões de estratégia policial e de segurança, as ações específicas estão sob sigilo". A pasta não detalhou em que região as buscas estão concentradas.

As investigações sobre como a fuga ocorreu também estão em andamento, mas a SSP afirmou que, no momento, não é possível divulgar detalhes para não comprometer os resultados. A população com informações deve entrar em contato com o disque-denúncia 197.

Perfil dos foragidos

Renan Barros da Silva foi condenado por matar três homens a tiros em uma rotatória de Araguaína e deixar um quarto ferido. Na época das acusações, o Ministério Público o descreveu como uma "pessoa sádica" com um "prazer repugnante de matar".

Gildásio Silva Assunção possui quatro condenações, incluindo a de homicídio, com penas somadas de 46 anos de reclusão.

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