Três suspeitos de matar idoso para roubar aposentadoria são presos no Tocantins
Vítima de 68 anos foi encontrada morta com ferimentos de arma branca dentro da própria casa em Araguatins.
Três pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira (29) suspeitas de assassinar um idoso de 68 anos para roubar seu benefício previdenciário. O crime ocorreu no início de janeiro em Araguatins, cidade localizada na região do Bico do Papagaio, norte do Tocantins.
Segundo a Polícia Civil, a motivação do homicídio foi o roubo do valor recebido mensalmente pela vítima, Deusino Cardoso da Silva. Os três suspeitos — uma mulher de 27 anos e dois homens de 33 e 37 anos — foram encaminhados para a Unidade Penal de Araguatins.
Crime com extrema violência
O delegado responsável pelo caso, Gilmar Silva de Oliveira, afirmou que as investigações continuam para confirmar os detalhes da motivação e apurar uma possível participação de outras pessoas. “Trata-se de um crime grave, praticado com extrema violência, e todas as linhas investigativas seguem sendo trabalhadas para garantir a responsabilização penal dos autores”, disse o delegado à reportagem.
Os nomes dos presos não foram divulgados oficialmente, o que impediu o contato do g1 com as defesas dos acusados.
Corpo foi descoberto pelo irmão
Deusino Cardoso da Silva foi encontrado morto dentro de sua residência no setor Nova Araguatins no dia 13 de janeiro de 2026. A descoberta foi feita pelo próprio irmão da vítima, que foi visitá-lo e percebeu que ele não atendia.
Ao chegar ao local, o irmão viu uma das janelas da casa no chão e, por essa abertura, avistou o corpo de Deusino caído. O idoso apresentava ferimentos causados por arma branca. O Corpo de Bombeiros foi acionado e, ao entrar na residência, os socorristas constataram o óbito e encontraram sangue na porta de entrada.
Operação e próximos passos
A prisão dos três suspeitos ocorreu após cerca de duas semanas de investigações. A Polícia Civil segue com os trabalhos para consolidar as provas e entender completamente a dinâmica do crime.
Os investigados agora aguardam a conclusão do inquérito policial e a eventual denúncia do Ministério Público para responder judicialmente pelos crimes de homicídio e roubo.
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