Trump ameaça 'medidas duras' se Irã executar manifestantes detidos
Ex-presidente americano promete resposta severa caso ativistas sejam enforcados, conforme alerta de ONG.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump ameaçou, nesta terça-feira (13), impor "medidas duras" contra o Irã se o país executar manifestantes detidos durante os recentes protestos. A declaração ocorre após uma organização não governamental (ONG) alertar que um ativista será enforcado ainda nesta quarta-feira (14).
Em meio à tensão, uma aeronave da Marinha dos Estados Unidos realizou um voo próximo à costa iraniana, em uma demonstração de força na região. A ação é vista como parte da pressão internacional contra o regime de Teerã.
Contexto dos protestos e alerta de execução
A ONG, que monitora a situação dos direitos humanos no Irã, afirmou que as autoridades iranianas têm planos de executar por enforcamento um ativista preso durante os levantes populares. "Amanhã eu consigo a tua", teria dito um dos investigados, em mensagens que agora direcionam as investigações contra um deputado local, segundo fontes próximas ao caso.
Os protestos no Irã, que começaram há meses, foram motivados por uma série de questões econômicas e sociais, enfrentando uma repressão violenta por parte do governo. Centenas de pessoas foram detidas, e organizações internacionais temem uma onda de execuções.
Resposta internacional e posicionamento de Trump
Donald Trump, que busca a reeleição em 2026, utilizou suas redes sociais para fazer a ameaça. "Se o Irã tocar em um único cabelo daqueles bravos manifestantes, enfrentará medidas duras como nunca viu", declarou o ex-presidente. Durante seu mandato (2017-2021), Trump adotou uma linha extremamente dura contra Teerã, incluindo a saída do acordo nuclear e a imposição de pesadas sanções econômicas.
Analistas apontam que a retórica de Trump busca reforçar sua imagem de líder forte na política externa, um dos pilares de sua campanha eleitoral. A atual administração americana ainda não se manifestou oficialmente sobre as novas ameaças de execução.
Cenário interno e outras notícias
Enquanto a crise internacional se desenrola, o cenário político brasileiro também tem novidades. Wellington César Lima e Silva, advogado da Petrobras, foi anunciado como o novo ministro da Justiça. A nomeação foi confirmada durante o Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO.
No campo policial, o ator Kiefer Sutherland foi preso nos Estados Unidos, acusado de agredir um motorista de aplicativo. O caso ganhou repercussão internacional devido à fama do artista.
No Brasil, a Mega-Sena acumulou e o prêmio estimado para o próximo concurso é de R$ 35 milhões. Dados do Banco Central também mostram que a quantidade de dinheiro esquecido nos bancos por clientes aumentou nos últimos meses, um reflexo da desorganização financeira em tempos de crise.
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