Entrar
Venezuela concorda em enviar 50 milhões de barris de petróleo aos EUA, afirma Trump
Tocantins

Venezuela concorda em enviar 50 milhões de barris de petróleo aos EUA, afirma Trump

Acordo ocorre após recuo de acusações de que presidente venezuelano chefiava cartel internacional de drogas.

Redação
Redação

7 de janeiro de 2026 ·

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que a Venezuela concordou em enviar 50 milhões de barris de petróleo ao país norte-americano. A declaração foi feita em meio a um recuo do governo Trump sobre acusações anteriores de que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, chefiava um cartel internacional de drogas.

A informação sobre o acordo petrolífero foi divulgada por Trump em um comunicado, marcando uma mudança significativa na postura diplomática entre os dois países, que mantêm relações tensas há anos. O volume acordado representa uma transação comercial de grande porte.

Contexto de acusações e recuo

Paralelamente ao anúncio do acordo energético, o governo Trump recuou sobre acusações feitas anteriormente de que o presidente Nicolás Maduro chefiava um cartel internacional de drogas. A mudança de posicionamento ocorre em um momento de reavaliação das relações bilaterais.

Em um movimento relacionado, o Brasil classificou a prisão de Maduro, ocorrida anteriormente, como um "sequestro" durante uma reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA). A declaração do Itamaraty posiciona o país contrariamente à medida judicial que prendeu o líder venezuelano.

Reação russa e segurança marítima

Em resposta às movimentações, um submarino russo foi designado para escoltar um navio que os Estados Unidos tentaram apreender, de acordo com informações publicadas por um jornal internacional. A ação demonstra o envolvimento de potências externas no cenário geopolítico da região.

A medida é vista como uma demonstração de força e um apoio explícito ao governo de Maduro, aprofundando as complexidades diplomáticas e de segurança no Caribe e no Atlântico.

Desdobramentos e cenário futuro

Analistas apontam que o acordo petrolífero, somado ao recuo nas acusações, pode indicar os primeiros passos para uma normalização cautelosa das relações entre Washington e Caracas. O foco parece estar na estabilização do mercado global de energia.

No entanto, a situação permanece volátil, com a presença militar russa acrescentando uma nova camada de tensão. Especialistas aguardam os próximos comunicados oficiais para entender o alcance real e as condições do acordo anunciado por Trump.

Deixe seu Comentário
0 Comentários
🍪

Cookies

Nosso site usa cookies para melhorar a experiência do usuário. Ao usar nossos serviços, vocês concorda com a nossa Política de Cookies.